03 julho, 2015

IV Seminário Internacional sobre Surdocegueira e Deficiência Múltipla Sensorial - Santa Maria


IV Seminário Internacional 
14/07/2015
Credenciamento: 07h
Local: AUDITÓRIO ANEXO C Centro de Tecnologia
Abertura: 08h30min
09h às 11h: Conferência: A universidade e a formação de guia-intérprete para apoio a pessoa com surdocegueira adquirida
Palestrante: Phd Steve Collins- Universidade Gallaudet
Coordenadora de mesa: Guacira de Azambuja
11h10min às 11h40min: Coffee break
11h40min às 12h30min: Comunicação Oral (apresentação de trabalhos)
12h30min às 14h- Intervalo para almoço

Oficinas Temáticas:
14h às 16h: Salas Centro de Educação – Prédio 16
1. Comunicação tátil para pessoas com surdocegueira adquirida
Phd Steve Collins, Claudia Sofia I. Pereira e Carlos Jorge Rodrigues
Guias-intérpretes: Eduardo Ruas e Silvia E. M. Lourenço
Intérprete: Andrey Gonçalves
2. Intervenção com pessoas com surdocegueira congênita e deficiência múltipla
Dra. Carolina de Mônaco – CDBRA- Boston College Canadá
Doutoranda: Vula Maria Ikonimidis - São Paulo
3. Recursos acessíveis para apoio no Atendimento Educacional Especializado
Ms Sandra R. S. H. Mesquita
Dra. Shirley Rodrigues Maia
4. Serviços para guia interpretação de pessoas com surdocegueira adquirida
Mestranda Dalva Rosa Watanabe

Dia 15.07.2015
Local: AUDITÓRIO ANEXO C Centro de Tecnologia
09h às 11h: Conferência: O uso da Comunicação Háptica nas atividades das pessoas com surdocegueira adquirida
Palestrantes: Dra.Riitta Lahtinen (Finlândia) e
Dr. Russ Palmer (Finlândia)
Coordenador de mesa: Dra. Shirley Rodrigues Maia
11h10min às 11h40min: Coffee break
11h40min às 12h30min: Comunicação Oral (apresentação de trabalhos)
12h30 às 14h00- Intervalo para almoço
Oficinas Temáticas
14h às 16h: Salas Centro de Educação – Prédio 16
5. A formação de mediadores para apoio nas escolas
Dra. Pilar Gomes- ONCE Espanha
Intérprete: Suzana M. M. Araóz
6. Como e quando usar a Comunicação Háptica
Dra.Riitta Lahtinen
Dr. Russ Palmer
Guia-intérprete
Doutoranda:Vula Maria Ikonomidis intérprete
7. AEE para alunos com Surdocegueira e Deficiência Múltipla Sensorial
Dra. Shirley R. Maia e Dra. Karina Pagnez













































Dia 16.07.2015
Local: AUDITÓRIO ANEXO C Centro de Tecnologia
09h às 11h: Conferência: Serviços de mediadores nas escolas da Espanha
Palestrante: Dra. Pilar Gomes
Intérprete: Suzana M. M. Araóz
11h10min às 11h40min: Coffee break
11h40min às 12h30min: Apresentação de Pôsteres (HALL AUDITÓRIO GULERPE)
12h30min às 14h: Intervalo para almoço
14h às 16h: Rede de Apoio aos Pais - Centro de Educação - Prédio 16
Dra. Susana M. M. Aráoz e pais de surdocegos
Victor Araóz - Membro da ABRAPASCEM   Pais de surdocegos
Encerramento às 16h


 




29 junho, 2015

25º Curso Conhecendo a Criança Deficiente Física de 0 a 6 Anos na Escola


25º Curso Conhecendo a Criança Deficiente Física de 0 a 6 Anos na Escola de Educação Infantil / Creche – Dentro da Visão Pedagógica
19/09 e 26/09
Público alvo:
Professores, coordenadores, diretores, supervisores, auxiliares de desenvolvimento infantil, enfermeiros, nutricionistas, estudantes e profissionais da área.
Valor do investimento:
Estudantes: R$ 100,00 / Profissionais: R$ 150,00
 
Vagas limitadas:
110 participantes
Inscrições: www.aacd.org.br > encontre aqui > cursos e eventos
 
Contato: central de cursos :  Paloma -  Luiz Carlos
 
Realização : Setor de Pedagogia AACD/Ibirapuera
Yone Asano Trindade e Maria Helena Plese
 
Fone: (11) 5576-0979
Local:
AACD – Ibirapuera (Av. Prof. Ascendino Reis, 724 – Vila Clementino – São Paulo – SP)


25º Curso: “ Conhecendo a criança  deficiente física de 0 a 6 anos , na escola de Educação infantil/Creche – Dentro da Visão Pedagógica”

                      Módulo I :  sábado  19 de setembro de 2015 - das  08h às 17hs.

Horário
Tema
8h
Entrega de Matéria l – Apresentação do Curso
8h15 às 10h15
Paralisia Cerebral – Mielomeningocele  ;Lesão Encefálica Infantil Adquirida; Malformações Congênitas e Doenças Neuromusculares -  causas e consequências
Dra. Solange Aoki ( Médica Fisiatra)
 
10h15
Intervalo – café
10h30
Como o professor lida com as funções alimentares, controle de baba, linguagem e comunicação.
- Fernanda T Valentin  -  Fonoaudióloga
     12h30
Almoço
     13h30 as 15h30
       
Posicionamento da criança, em sala de aula.
 - Ana Carolina  Rodrigues da Silva  -  Terapeuta Ocupacional
 
      15h30
Intervalo – café
      15h45  às  17h
Adaptações  de material escolar  - mobiliário adaptado para a  escola infantil.
- Ana Carolina Rodrigues da Silva – Terapeuta ocupacional
 

  

Módulo II : sábado   26 de setembro de 2015  das  8h às 17hs.
 
 

Horário
Tema
08hs às 10hs
Comunicação Alternativa
 Adriana Peres – Fonoaudióloga
10h00
Intervalo
10hs15 às 12hs
Comunicação Alternativa:  estratégias para confecção de materiais para a sala de aula
 Adriana Peres – Fonoaudióloga
12horas
Almoço
13h às  14h45
 
O Brincar, como Instrumento Pedagógico
Margarida  Maria Andre  - Pedagoga especialista em DF
14h45
Intervalo
15h às 17hs
 
. Estratégias para o professor de educação infantil com a criança deficiente física em sala   
 de aula.
 .Estudo de caso.
 Yone Asano Trindade   ( Pedagoga especialista em DF – Supervisora de Reabilitação)
. Encerramento

26 junho, 2015

Luva para comunicação de surdocegos

Luva inovadora permite que surdocegos enviem mensagens de texto



Você já parou para pensar como surdocegos se comunicam? Nos países que têm o Alemão como língua principal, é usado o Lorm, uma forma de comunicação em que as letras do alfabeto são indicadas em pontos na palma da mão – o chamado alfabeto tátil. Mas como se comunicar com pessoas que não entendem o Lorm? 
A fim de facilitar a comunicação entre surdocegos e as demais pessoas, está sendo desenvolvida a Mobile Lorm Glove, uma luva inteligente que, por meio de sensores, é capaz de transformar toques na palma da mão em caracteres e enviá-los em forma de SMS para o celular do usuário. O contrário também é possível: se um surdocego recebe um SMS, as palavras são transformadas em vibrações. Espera-se que essa tecnologia permita também a leitura de e-books e audiobooks.
O projeto, criado pelo pesquisador alemão Tom Bieling, ainda está em estágio inicial, mas tem o potencial de revolucionar a vida dos surdocegos que dominam a língua alemã e que, devido às dificuldades de comunicação, na maioria das vezes vivem isolados. Entenda como funciona:


app para iPad ajuda surdos a sentirem música com vibrações

Ludwig: app para iPad ajuda surdos a sentirem música com vibrações

 
Raphael Silva (esq.), 23, é um dos desenvolvedores do Ludwig; app quer ajudar surdos a "sentirem" música

Um aplicativo feito por desenvolvedores de Campinas (a 99 km de São Paulo) quer ajudar pessoas surdas a aprenderem e sentirem música. O Ludwig, como é chamado o programa, foi um dos destaques do WWDC (conferência de desenvolvedores da Apple), realizada em San Francisco (Califórnia).
Durante o evento da Apple, o estudante de engenharia da computação Raphael Silva, 23, apareceu mostrando o funcionamento do aplicativo em um vídeo que exibia depoimentos de desenvolvedores e exemplos de programas feitos para a plataforma da Apple.
"Criamos o aplicativo pois queremos fazer o mundo igual para todo mundo. Nosso objetivo é levar a música para todos", disse Silva, em entrevista realizada no Moscone West, local onde foi realizada a conferência da Apple.
O Ludwig começou a ser desenvolvido em setembro de 2013 e tem esse nome em homenagem ao compositor alemão Ludwig van Beethoven, que ficou parcialmente surdo durante sua carreira.
O app consiste em uma espécie de piano e uma pulseira conectada ao pulso do usuário –esse dispositivo tem uma vibração para cada toque feito na tela. O programa conta com uma biblioteca de músicas. Após escolher uma, o usuário pode ir seguindo as notas, como o jogo "Guitar Hero". As guias têm cores distintas e ajudam a educar os usuários sobre o ritmo da canção tocada.
A reportagem testou o programa e achou bem divertida a experiência, apesar de a maioria das músicas serem de curta duração e haver poucas opções de canções –a única brasileira era "Asa Branca. De acordo com Silva, o programa, por enquanto, só conta com músicas que estão em domínio público.
"No momento, a gente apenas ensina a pessoa a replicar os conteúdos que têm no aplicativo. No entanto, a ambição é usar o programa para ensinar música para os surdos", afirmou Silva.
Apesar de ser o único representante do projeto durante o WWDC, também fazem parte do desenvolvimento do Ludwig: Joaquim José Fantin Pereira, Pedro Rafael, André Castro e Ivan Ortiz, que, além de desenvolvedor, é trompetista profissional.
O Ludwig ainda está em desenvolvimento. Por enquanto, os responsáveis pelo software se dizem satisfeitos com os resultados obtidos com a comunidade deficiente auditiva. O grupo quer deixar o aplicativo redondo para poder lançá-lo na App Store.

Fonte:  Guilherme Tagiaroli
Do UOL, em San Francisco*

 

Roda de Conversa

24 junho, 2015

Música interpretada em Língua de Sinais por jovem com Síndrome de Down

Jovem com Síndrome de Down interpretando em língua de sinais espanhola a música " Corazón partío" de Alejandro Sanz.
É a primeira vez que vejo uma pessoa com Síndrome de Down utilizar a língua de sinais. Deixo como sugestão tal iniciativa.

22 junho, 2015

acessibilidade em salas de cinema

AVISO IMPORTANTE sobre acessibilidade em salas de cinema, contemplando surdos oralizados, surdos usuários de Libras, cegos e outros grupos usuários de audiodescrição.
Essa é a hora de fazer ouvir sua voz.
Até 8 de julho.

A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem a fruição de conteúdo audiovisual por pessoas com deficiência visual ou auditiva.
A ação está prevista na Agenda Regulatória 2015-2016 da Agência e tem correspondência com a diretriz do Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual que atribui à ANCINE o papel de ampliar e diversificar a oferta de serviços de exibição e facilitar o acesso da população ao cinema.
A elaboração da Notícia Regulatória foi precedida e subsidiada por um Relatório de Análise de Impacto – AIR, elaborado pela Secretaria Executiva, pela Superintendência de Análise de Mercado e pela Superintendência de Desenvolvimento Econômico da ANCINE.
O documento apresenta trechos com tarjas para preservar informações sigilosas cuja divulgação possa ser sensível aos agentes do mercado. A Notícia Regulatória ficará em Consulta Pública recebendo contribuições e opiniões dos agentes econômicos e demais interessados por um período de 90 dias.
Como participar